Bishops ask for the creation of new dioceses

The bishops of CEAST have formally requested Pope Francis, at the conclusion of their visit “Ad Limina Apostolorum”, to create more dioceses in their territory.

According to Bishop Belmiro Tchissegueti CSSP, spokesperson of the Episcopal Conference (in photo), the territory is quite huge. The present dioceses are geographically very large and the size of the Christian communities keeps on growing such that this necessitates the creation of new dioceses.

Angola has 20 Dioceses, two of which are currently without a diocesan bishop. The last diocese to be created was the Diocese of Viana, with territory taken from the Archdiocese of Luanda.

At this moment it is not quite clear as to where the new dioceses will be created. Information gathered indicates that the former Apostolic Nuncio, Archbishop Petar Ragic, was supportive of the need to create more dioceses even though he did not indicate where the new demarcations would be.

Bispos pedem novas dioceses

Os bispos da CEAST pediram no encontro com Papa Francisco, na conclusão da vista “Ad Limiana apostolorum”, a criação de novas dioceses.

Segundo os prelados, na voz do porta-voz, Dom Belmiro Tchissegueti CSSP, foto, o país é grande e as atuais dioceses são de uma extensão muito grande que no tamanho das comunidades cristãs que não param de crescer, albergam mais de uma diocese em condições normais.

Angola tem 20 Dioceses duas das quais sem bispo diocesano e 5 Arquidioceses. A última diocese a ser criada é a diocese de Viana, subtraída da Arquidiocese de Luanda.

Ainda não se conhecem ao certo quais as dioceses a serem criadas. Sabe-se que o Núncio Apostólico, Dom Petar Ragic, que agora foi transferido, também é desta opinião, tendo uma vez referido a necessidade da criação de novas dioceses, sem contudo indicar quando, nem qual.

“Maximum illud” inspiraçao para a missão

Reflexão sobre a Carta Apostólica do Papa Bento XV, Maximum Illud, e o seu valor para a Igreja na Região da IMBISA.

Pelo Dumisani Vilakati

Departamento Pastoral da IMBISA

Introdução

Em Outubro de 2019, por vontade do Papa Francisco, como foi indicado a 22 de Outubro de 2017, a Igreja Universal celebrará o mês Missionário Extra-ordinário.  Isto será para celebrar o 100o aniversário da Carta Apostólica do Papa Bento XV, Maximum Illud. Esta Carta Apostólica deu um grande ímpeto à actividade missionária da Igreja num período a seguir à Primeira Guerra Mundial. O Santo padre, o Papa Francisco, deseja que o mês de Outubro de 2019 seja não só a celebração da Maximum Illud mas seja também prestar atenção à Missão Ad Gentes nas Igrejas Particulares e em cada esfera da vida da Igreja. Nesta reflexão queremos a presentar os pontos mais importantes da Maximum Illud bem como algumas lições para a Igreja da zona da IMBISA. É claro que apesar de a Carta ter sido escrita há 100 anos, a sua mensagem é ainda relevante para a Igreja de hoje e será por muito tempo.

A missão da Igreja desde Cristo até ao presente

Desde o princípio, o Papa Bento XV baseia a missão da Igreja em Jesus Cristo que mandou os seus discípulos a pregar o Evangelho a toda a criatura. Como tal, notamos que é uma missão divina. Esta missão deve ser para sempre já que os apóstolos a tomaram tão a sério que também a passaram aos seus sucessores. Tal foi a dedicação dos apóstolos e dos seus sucessores que, apesar das perseguições, o evangelho chegou a muitos países na Europa, África, Américas, Ásia e finalmente à Austrália e às Ilhas do planeta. De facto, através dos esforços dos missionários, muitas pessoas chegaram à santidade. Alguns deles atingiram-na pelo martírio e outros por bons exemplos de piedade cristã. De facto, um número de missionários pode ser contado entre esses santos.

Para além do trabalho feito durante séculos e do manifesto zelo pelas almas entre os missionários, muitos povos estão ainda fora do âmbito da fé. O Papa Bento XV indica que à volta de um bilião (mil milhões) ainda não tinham alcançado a fé aquando da escrita da mesma. Isto explica a razão de ser da carta que pretende aconselhar Bispos e padres a um renovado compromisso na tarefa da evangelização.

O papel dos bispos na animação missionária

Ao encorajar um renovado compromisso na tarefa missionária, o Santo Padre apresenta cinco assuntos importantes ao focar os Bispos que já estão envolvidos nas missões.

Em primeiro lugar reconhece o espírito visível do apostolado presente entre os Bispos nos territórios de missão para além das dificuldades inerentes. Nota que este espírito precisa de ser fortalecido especialmente no cultivo de melhores relações entre Bispos e padres e outros agentes presentes nos territórios missionários.

Em segundo lugar, sublinha o facto de a missão precisar de ser alargada a todos os povos nos territórios onde os missionários já se encontrem. Isso permitirá a criação de novos Vicariatos e Prefeituras. Para acontecer eficazmente, o Papa pede que Congregações Religiosas se juntem aos territórios de missão.

Em terceiro lugar, ligado ao número dois, é de evitar qualquer forma de exclusividade nos territórios missionários. Os Bispos devem estar abertos a mais Congregações Religiosas, nacionalidades e mesmo a mulheres.

Em quarto lugar, o Santo Padre sublinha a importância da colaboração com os territórios eclesiásticos para tratar de forma eficaz com os problemas e os desafios comuns. Uma área de colaboração é especificamente mencionada: a formação do clero indígena.

O quinto ponto que é sublinhado diz respeito à formação apropriada do clero indígena que deve ser feita em quantidade suficiente. A formação deve ser a mesma do clero nos países onde o Cristianismo goza de uma tradição mais antiga. Menos do que isso dará lugar a um clero incapaz de liderar apropriadamente a Igreja do futuro. Como tal, a importância dos seminários recebe uma menção especial com a indicação clara que estes devam ser criados onde não existam.

A função dos que são chamados a serem missionários

Depois de falar directamente aos Bispos sobre os pontos mencionados acima, o santo Padre volta-se para os missionários. Em primeiro lugar aconselha-os a esforçarem-se neste esforço indicando que o trabalho missionário é uma tarefa divina já que todos os missionários são enviados pelo próprio Cristo. Como tal não deve ser confundida com interesses pessoais e nacionais. É vital que o missionário dê bom exemplo ao povo no território missionário. Isto para que o povo possa reconhecer que a religião é de facto nobre para todo o povo.

Em segundo lugar, exorta os missionários a evitarem ganhar dinheiro mas procurarem sempre as almas.

Em terceiro lugar, os missionários os que o serão devem adquirir qualificações / cultivar qualidades que os ajudem na evangelização. Especificamente mencionada é a necessidade de ter conhecimentos linguísticos e culturais dos povos para onde o missionário é enviado. Isto, para que possam comunicar com os líderes locais em particular e com a população em geral.

Em quarto lugar está a importância de vida santa, marcada pela castidade, piedade, oração, união com Deus e respeito pelos não evangelizados, especialmente pela sua cultura e forma de vida. Tais qualidades são vistas pela Maximum Illud como importantes para atrair as pessoas à maneira cristã de viver a vida.

O papel das mulheres na missão

Tendo tratado dos missionários directamente, o Santo Padre passa a falar sobre o envolvimento das mulheres nos territórios de missão. Ele afirma que, desde o princípio do Cristianismo, elas têm estado envolvidas no espalhar do Evangelho. Virgens consagradas são mencionadas como tendo sido excelentes na educação dos jovens e em cuidar dos doentes e dos pobres. O seu envolvimento nas missões é não só aconselhado como exigido.

O papel de todos os baptizados na actividade missionária

Por fim. O Papa volta-se para aqueles que já foram baptizados notando em particular o seu dever de ajudar na missão. Desta maneira eles darão testemunho e graças a Deus por terem recebido o dom da fé. O Santo Padre menciona três maneiras pelas quais os baptizados podem participar plenamente em tal nobre tarefa.

Primeiro, devem rezar para que o trabalho dos missionários não seja estéril.

Segundo ele menciona a necessidade de enviar mais pessoal para os territórios de missão. Neste sentido o santo Padre encoraja os Bispos nos países com uma mais longa tradição cristã a enviar padres diocesanos como missionários para esses territórios. Também aconselha as Congregações Religiosas e outros Institutos a enviar mais pessoal para as missões. O alerta é contudo dado que só aqueles que são conhecidos por uma vida santa, zelo pelas almas e por um espírito de sacrifício devem ser considerados.

Mais, estar livre para pregar nessas áreas onde a semente do  Evangelho ainda não foi plantada é uma disposição importante do missionário.

Terceiro, o Santo Padre sublinha a importância de providenciar o missionário com os recursos materiais para o trabalho. Ele chama a isto uma tarefa de amor. Deve notar-se que a escassez de recursos materiais era gravemente sentida quando a Carta Apostólica foi escrita, já que se tratava do pós Primeira Guerra Mundial. Foi feito um apelo particular para apoiar as Sociedades Católicas Pontifícias que, por sua vez, apoiam o trabalho da evangelização nos territórios missionários.

O valor Universal da Maximum Illud

A mensagem do Papa Bento XV, proclamada há cem anos na Maximum Illud é ainda relevante para a Igreja de hoje. É claro que a Maximum Illud é também um documento importante para o seu tempo já que vê o trabalho da evangelização como uma tarefa do clero e dos religiosos. Os leigos parecem aparecer só quando se trata de apoiar o trabalho das missões com oração e recursos materiais. Também, a linguagem que usa nalgumas secções, especialmente referindo-se aqueles ainda não admitidos à Igreja, pode ser algo minimizante e, de certo modo, representante de uma mentalidade colonial. A falta de uma menção clara dos leigos na evangelização e de uma linguagem mais respeitável para os que ainda não eram cristãos viria a ser o grande projecto da Segundo Concílio do Vaticano.

As óbvias lacunas do documento não retiram contudo o seu valor perene. Enquanto o Papa Bento XV falou de um bilião de pessoas que ainda não tinham chegado à fé em 1919, nós agora falamos em biliões. O mandamento de Cristo para ir e fazer discípulos em todas as nações ainda não perdeu validade. Permanece a necessidade da importância de trabalharmos juntos para atingir esta nobre tarefa. Mais ainda, a falta de pessoal e de recursos materiais continua a impedir o trabalho da evangelização ainda hoje.

Relevância para a IMBISA

Na região da IMBISA, observamos que algumas Igrejas Particulares têm mais recursos humanos e materiais, enquanto noutras faltam. Como tal, a cooperação e a partilha de recursos entre as Igrejas Particulares permanece uma área importante a ser explorada. Mais há necessidade de atender à formação do clero indígena. Tal formação deve seguir ao mesmo ritmo de outras partes do mundo, para além de ser ainda insuficiente. Isto é especialmente verdade para os membros do clero diocesano que, muitas vezes não se vêem a si próprios como missionários de maneira que estejam disponíveis para a Missio Ad Gentes.

Conclusão

Como conclusão podemos dizer que de facto, a Maximum Illud pode servir como um impulso para um mais renovado compromisso e interacção missionários. Os seus pontos mais importante sobre a cooperação com as Igrejas Particulares, formação do clero, abertura ao envolvimento das Congregações Religiosas no anúncio do Evangelho, trazendo nacionais de outros países para esta nobre e divina tarefa e a inclusão de mulheres, são ainda relevantes / actuais. Enquanto baptizados nunca devemos deixar de rezar, prover recursos humanos e materiais para a actividade missionária da Igreja de maneira que esta nobre tarefa seja realizada dignamente.

Pe. Dumisani Vilakati, Departamento Pastoral da IMBISA, Junho de 2109

Maximum illud inspiration for mission

Reflection on the Apostolic Letter of Pope Benedict XV, Maximum Illud, and its value for the Church in the IMBISA Zone.

Fr Dumisani Vilakati

Introduction

In October 2019, by the will of Pope Francis as indicated on the 22nd October 2017, the Universal Church will be celebrating the Extra-ordinary Missionary month. This will be in celebration of the 100th anniversary of the Apostolic Letter of Pope Benedict XV, Maximum Illud. This Apostolic Letter gave a great impetus to the Church’s missionary activity in the period following the First World War. The Holy Father, Pope Francis, wishes that the month of October 2019 be not only a celebration of Maximum Illud but also paying attention to the Missio ad Gentes in the Particular Churches and indeed in every sphere of Church life. In this reflection we wish to present the more important points of Maximum Illud as well as some important lessons for the Church in the IMBISA zone. It is clear that even though the letter was written a hundred years ago, nevertheless its message is still relevant for the Church today and indeed will be for some time to come.

The Church’s mission from Christ to the present

From the onset, Pope Benedict XV grounds the mission of the Church in Jesus Christ who commanded his disciples to go and preach the gospel to every creature. As such, we note that this is a divine mission. This mission is meant to last forever as the apostles took it so seriously that they also handed it over to their successors. Such was the dedication of the apostles and their successors that, in spite of persecutions, the gospel reached many lands in Europe, Africa, the Americas, Asia and finally Australia and the Islands of the world. In fact, through the efforts of the missionaries, many people have reached sanctity. Some of these attained sanctity by martyrdom and others by showing a good example of Christian piety. Indeed, a number of missionaries can be counted among the saints as well.

In spite of all the work done over the centuries and the manifest zeal for souls among missionaries, many people still remain outside the faith. Pope Benedict XV indicates that about one billion people had not been reached by the faith at the time of writing the Apostolic Letter. This explains the reasoning behind the writing of the letter. It seeks to encourage bishops and priests to a renewed commitment in the task of evangelization.

The role of bishops in missionary animation

In encouraging a renewed commitment to missionary work the Holy Father presents five important matters as he focuses on the bishops who are already involved in the missions.

In the first place he recognizes the visible spirit of the apostolate present among the bishops in the mission territories in spite of the difficulties therein. He notes that this spirit needs to be fostered especially in the cultivation of better relations between the bishops and the priests and other missionary agents present in the mission territories.

Secondly, he places emphasis on the fact that the mission needs to be extended to all people in the territory where the missionaries find themselves. This will allow for the creation of New Vicariates and Prefectures. For this to happen effectively, the Pope requests the addition of Religious Congregations in the mission territories.

Thirdly, in a sense related to the above, is the shunning of any form of exclusivity in the mission territories. Bishops must be open to more Religious Congregations, nationalities and even women.

Fourthly, the Holy Father underlines the importance of collaborating with neighboring ecclesiastical territories in order to deal effectively with common problems and challenges. An area of such collaboration is specifically mentioned as the formation of the indigenous clergy.

The fifth point that is emphasized concerns the proper formation of indigenous clergy with the addition that this be done in sufficient numbers. Their formation should be at par with the clergy in the countries where Christianity enjoys a more ancient tradition. Anything less will give rise to an inferior clergy which will not be able to lead the church properly in the future.  As such, the importance of seminaries receives special mention with the clear indication that these be established in territories where they do not yet exist.

The role of those called to be missionaries

After speaking directly to the bishops on the aforementioned points, the Holy Father turns to the missionaries. In the first place he encourages them in this endeavor by pointing out that missionary work is a divine task as all missionaries were sent by Christ himself. As such, it should not be confused with personal or national interests. It is vital that a missionary gives a good example to the people in the missionary territory. This is so that the local people can recognize that the religion is indeed noble and is for all people. 

Secondly, he exhorts the missionaries to avoid seeking earnings or money but to always seek souls.

Thirdly, is the encouragement that missionaries or would be missionaries, acquire special skills which assist in evangelization. Mentioned specifically is the need to have some knowledge of the language and culture of the people the missionary is sent to. This is so that he may have the ability to communicate with the local leaders and indeed the general population.

Fourthly, is the importance of a holy life marked by chastity, a certain piety, prayer, union with God and respect for those not yet in Christ especially in their culture and ways of living. Such qualities are viewed in Maximum Illud as important in attracting the local people to the Christian way of doing things.

The role of women in the mission

Having addressed the missionaries directly, the Holy Father moves on to speak about the involvement of women in the mission territories. He notes that they have, since the beginning of Christianity, been involved in the spread of Christianity. Consecrated virgins are singled out as having excelled in educating the young and taking care of the sick and the poor. To this end their involvement in the missions is encouraged and in fact required.

The role of all the baptized in missionary activity

Lastly, the Pope turns to those who have already been baptized noting in particular their duty to assist in the mission. In this way they will be giving testimony and thanks to God for having received the gift of faith.  The Holy Father notes three ways in which the baptized may participate fruitfully in such a noble task.

Firstly, they have to offer prayers so that the work of the missionaries may not be rendered sterile.

Secondly, he notes the need to send more personnel to the mission territories. In this sense the Holy Father encourages bishops in countries with a longer tradition of Christianity to send diocesan priests as missionaries to the mission territories. Also encouraged here are Religious Congregations and other Institutes who are exhorted to send more personnel to the missions.  The warning is given though that only those noted for a holy life, zeal for souls and a spirit of sacrifice should be considered. Furthermore, being free to preach in areas where the gospel has not been planted remains an important disposition of the missionary.

Thirdly, the Holy Father highlights the importance of providing material resources for missionary work. He calls this participation a labor of love. It should be noted that the scarcity of material resources was acutely felt when the Apostolic Letter was written as this was a period immediately after the First World War. An invitation on supporting the Pontifical Mission Societies which in turn support the work of evangelization in the mission territories is particularly affirmed.

The universal value of Maximum Illud

The message of Pope Benedict XV, proclaimed a hundred years ago in Maximum Illud, is still relevant for the Church today. Of course Maximum Illud is also a document of its time especially in seeing evangelization as just the work of the clergy and religious. Lay people seem to appear where they have to support the works of the missions with prayer and material resources. Also, the language that it uses in some sections, especially in referring to those not yet admitted into the Church, can seem demeaning and in a certain sense representative of a colonial mindset. The lack of a clear mention of the laity in evangelization and a more respectable language for those who are not yet Christians will of course be the great project of the Second Vatican Council.

The obvious lacks in the document though do not subtract from its perennial value. Whereas Pope Benedict XV spoke of one billion people who had not yet reached the faith in 1919 we now speak of billions. The commandment of Christ to go and make disciples of every nation has not expired. The need remains on the importance of working together so that this noble task may be attended to accordingly. Moreover, the lack of personnel and material resources still hampers the work of evangelization even today.

Relevance for IMBISA

In the IMBISA region, we note that some Particular Churches have more human and or material resources whilst others remain without. As such, cooperation and the sharing of resources among the Particular Churches remains an important area to be further explored. Moreover, there is still need to attend to the formation of the indigenous the clergy. Such formation should be at par with their counterparts in other parts of the world as well as being in sufficient numbers. This is especially true of Diocesan clergy who, at times, don’t see themselves as missionaries so that they may be ready for the Missio ad Gentes.

Conclusion

In conclusion we can say that indeed Maximum Illud can serve as an impulse for a more renewed missionary engagement and commitment. Its main points on the cooperation of Particular Churches, formation of the clergy, openness to the involvement of Religious Congregations in spreading the gospel, bringing in other nationalities for this noble and divine task and the inclusion of women are still relevant. As the baptized people of God we should never stop praying, providing personnel as well as material resources for the missionary activity of the church so that this noble task may be attended to accordingly.

Fr. Dumisani Vilakati, IMBISA Pastoral Department, June 2019

Collapsing the wall of Separation: Reconciliation between Migrants, Refugees and South Africans. Biblical Perspective. Paper by Archbishop Buti Tlhagale omi.

Collapsing the wall of Seperation: Reconciliation between Migrants, Refugees and South Africans. Biblical Perspective. Paper by Archbishop Buti Tlhagale omi.

COMUNICADO DOS BISPOS CATÓLICOS DE MOÇAMBIQUE SOBRE A VISITA DO PAPA FRANCISCO

“Bendito o que vem em nome do Senhor”(Salmo 118,26a)

No dia 27 de Março de 2019, em cerimónia conjunta, realizada na Presidência da República, o Chefe de Estado, a Nunciatura Apostólica e a Conferência Episcopal de Moçambique deram oficialmente ao povo moçambicano a notícia da Visita Apostólica de Sua Santidade Papa Francisco, ao nosso país, no quadro de uma deslocação que também o levará a Madagáscar e às llhas Maurícias.

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